Ainda vou entender como sobretaxar produtos beneficia “em especial” os consumidores.


Apenas um repositório de ideias aleatórias
Ainda vou entender como sobretaxar produtos beneficia “em especial” os consumidores.

Uma justiça lenta é a pior forma de impunidade.
O desenvolvimento de um país passa pelo desenvolvimento de suas instituições. E talvez a instituição mais importante seja uma justiça que funcione.
O Brasil continuará sendo o país da impunidade e um país subdesenvolvido enquanto o sistema judiciário for essa piada de mal gosto.

Os EUA não têm férias regulamentadas, 13o salário, auxílio-maternidade. E é o Brasil que vai entrar na “lista suja” da ONU. Ok.


Maia é um poço de mágoa com Onyx.
Maia chama Guedes de “o nosso líder na área econômica”
Maia diz que Moro entende que a Previdência é prioridade.
Apesar de Onyx, o governo Bolsonaro teve o juízo de apoiar Maia para a presidência da Câmara, um sujeito absolutamente alinhado com a pauta mais urgente do governo.
Certa vez ouvi Mário Covas dizer que se orgulhava de ser um Político com P maiúsculo. A Política é a nobre arte de conciliar interesses diversos em uma pauta comum. Vivemos em sociedade, onde cada um acha que tem a solução para o mundo. O trabalho do Político é justamente a conciliação dessas milhões de “soluções”. A demonização da Política traz o risco de jogar o bebê fora junto com a água da banheira. No limite, a antipolítica nos leva ao estado ditatorial, onde a busca do consenso é desnecessária.
Quem quiser ter uma aula de Política com P maiúsculo leia essa entrevista.


Os representantes do “capitalismo limpinho” estão surpresos com o bicho que ajudaram a criar.
A sorte deles é que o americano médio não cai nessa patacoada. São dois séculos de meritocracia, que criaram o país mais poderoso do mundo.
Do jeito que a coisa vai, os republicanos podem se preparar para ficar muitos anos no poder.

Mujica condenando mais um regime de esquerda (no caso, o de Maduro) por não ter implementado o “verdadeiro socialismo”.
Gostaria sinceramente de saber a receita de como “socializar” sem antes “estatizar”. Mujica não nos brinda com nenhum exemplo de onde esse “socialismo utópico“ foi implantado com sucesso.
Mujica parece conhecer a diferença entre “socialismo utópico” e “socialismo na prática”. Por isso, ele continua sendo um utópico inofensivo. Porque enquanto o socialismo permanece preso aos livros, não faz mal a ninguém. O problema ocorre quando salta da teoria para a prática. A Venezuela é somente mais um exemplo.
Esperem um pouco que vou procurar declaração dos “especialistas da ONU” sobre sua “profunda preocupação” com as 65 mil mortes violentas por ano no Brasil. Assim que eu encontrar, posto aqui.


A seguir, trecho da coluna do jornalista Cristiano Romero, no Valor de hoje. Deveria ser emoldurada e colocada nas universidades e jornais do país.

Os paulistanos podem se preparar para o caos da interdição da maioria de seus viadutos e pontes.
Depois da prisão dos engenheiros responsáveis pelo laudo da barragem de Brumadinho, duvido encontrar algum engenheiro que assine laudo liberando ponte e viaduto sem antes passar por obras de reforço.
Isso que vai abaixo é uma crítica ao “plea bargain” proposto por Moro.
Fico imaginando quantos clientes pobres e negros o especialista em DIREITO SOCIETÁRIO atende em seu escritório.
Esta é, em geral, a tática dos advogados criminalistas e empresariais: escondem-se atrás do coitado que nem advogado tem, para criticar mudanças na lei que prejudicariam seus ricos e bem relacionados clientes. Cansa, viu!
